6.7 Remuneração por Região e UF

No ano de 2017, a unidade da Federação com a mais elevada remuneração mensal média de mestres foi o Distrito Federal e a mais reduzida foi o Estado do Amapá. No caso dos doutores, o Mato Grosso foi a unidade que apresentou a remuneração mais elevada e São Paulo, a mais reduzida.

No ano de 2017, a remuneração mensal média dos mestres com emprego formal no Brasil foi de R$ 10.878. As remunerações médias prevalentes em cada uma das Regiões brasileiras eram significativamente diferentes da nacional, com exceção da média da Região Sudeste, que foi muito próxima da nacional (R$ 11.026) (gráfico 6.8). A Região Centro-Oeste apresentou média de remuneração 25% superior à  nacional. Tal diferença foi devida essencialmente ao fato de a remuneração no Distrito Federal ter sido 52% superior à média nacional. Na posição oposta, aparece a Região Sul, onde a remuneração média mensal dos mestres era 10% inferior à média nacional. As remunerações médias do Nordeste (R$ 10.101), Norte (R$ 10.316) e Sudeste (R$ 11.026) foram as mais próximas da média nacional.

A remuneração mensal média dos doutores com emprego formal no Brasil no ano de 2017 foi de R$ 16.075, uma remuneração 48% superior à dos mestres (gráfico 6.8). A dispersão entre as Regiões das remunerações mensais médias de doutores foi menor que a de mestres. No caso dos mestres, as remunerações variaram entre 25%  a mais e 10% a menos que a média nacional. Por sua vez, no caso dos doutores, tal variação ocorreu entre apenas 16% a mais e 5% a menos. A Região Centro-Oeste, como no caso dos mestres, foi aquela que apresentou a mais elevada remuneração mensal média para doutores. Diferentemente daquilo que ocorreu no caso dos mestres, a Região Sudeste foi a que apresentou a menor remuneração mensal média dos doutores. 

Remuneração mensal média por Região, 2017 (R$ correntes)

No ano de 2017, as remunerações mensais médias dos mestres que estavam empregados em 18 unidades da Federação variaram na faixa de 10% acima ou abaixo da média nacional. Em apenas 9 unidades da Federação as remunerações ultrapassavam variações no entorno da média superiores a 10% (gráfico 6.9). As unidades da Federação que apresentavam as remunerações mais afastadas da média nacional foram o Distrito Federal, com remuneração 52% superior, como informado anteriormente, e o Amapá onde a remuneração era 29% inferior.

As remunerações mensais médias dos doutores no ano de 2017 se afastavam mais de 10% da média nacional em apenas 8 unidades da Federação (gráfico 6.9). As unidades da Federação que apresentavam as remunerações mensais médias de doutores mais afastadas da média nacional foram, por um lado, o Mato Grosso, onde a remuneração foi 27% superior à média nacional, e, por outro, São Paulo, onde a remuneração foi 14% inferior à média.

Remuneração mensal média por unidade da Federação, 2017 (R$ correntes)